Drawdown, Drawup e a curva de recuperação – Parte II

fevereiro 18, 2008 | por Fernando Botti |

Dando continuidade ao artigo sobre Drawdown, Drawup e curva de recuperação, vou explorar como estes parâmetros são decisivos na definição da qualidade do rendimento, agora com exemplos em carteiras de ações. Após a pequena narração do monte de Taishmann, vamos imaginar duas hipotéticas carteiras, a primeira composta por 50% de ações da Petrobrás e 50% da Vale, e outra com 10 ações variadas.

  1. 2 Comentários sobre “Drawdown, Drawup e a curva de recuperação – Parte II”


  2. Por camara em fev 19, 2008 | Resposta

    Ótimo post. Parece que esta curva de recuperação exponencial (mais parece a escalada do monte improvável) é a ruína de muitos traders, e é a prova de que um grau de erro provocado por um forte ruído de causalidade é mais grave do que podemos naturalmente prever. Aliás, descobri que aquele “bug” era um espécime raro.
    Abraço.


  3. Por Fernando Botti em fev 19, 2008 | Resposta

    http://www.atrattore.com

    Obrigado pelo comentário Camara !

    Sim, você tem razão, o desconhecimento de certos parâmetros fundamentais nas operações são responsáveis por cerca de 99%
    de perdas. Claro que não todas são previsíveis, mas estimativas
    interessantes nos fazem escapar de várias enrascadas.

    Um forte abraço,
    Botti

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